segunda-feira, 2 de maio de 2011

GÊNEROS TEXTUAIS

Olá, pimpolhos!
Finalmente o Barril reinicia seu trabalho em 2011.
Resolvi começar com os gêneros textuais, assunto que tem deixado alguns vestibulandos preocupados, principalmente os que sonham com uma vaguinha na prestigiosa Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Como o cardápio é variado, vou postar um gênero por vez.
Iniciemos com o EDITORIAL:







  • texto de natureza argumentativa que apresenta a opinião de um veículo de comunicação (jornal ou revista) sobre um dado assunto;




  • ao contrário do artigo de opinião, não é assinado, pois não representa um ponto de vista individual;




  • costuma ser enfático, equilibrado e comedido;




  • predomínio da função referencial da linguagem;




  • uso do português padrão;




  • predomínio da objetividade (nem sonhe em usar a 1a. pessoa!);




  • estrutura: INTRODUÇÃO (contextualização do tema)
DESENVOLVIMENTO (apresentação dos argumentos e, se for o caso, da refutação dos argumentos contrários)





CONCLUSÃO (desfecho do percurso argumentativo)






O exemplo abaixo constitui um ediorial da Folha de São Paulo na edição de 11 de abril último sobre o massacre ocorrido na escola Tasso da Silveira:









  • Tiros em Realengo

    O país prostrou-se diante da notícia vinda do Rio de Janeiro: o jovem Wellington Menezes de Oliveira, ex-aluno da escola municipal Tasso da Silveira, no pacato bairro de classe média de Realengo (zona oeste do Rio), invadiu o estabelecimento e disparou seguidas vezes contra alunos. Foram dez meninas mortas e dois meninos. O criminoso também morreu.




  • Essa classe peculiar de massacre é inédita no Brasil, ao menos na quantidade de mortes dentro de uma escola e sem relação aparente com tráfico de drogas ou crimes passionais. Segue um padrão sinistro, originário dos Estados Unidos, onde se conta uma dezena de episódios similares nas duas últimas décadas -entre os mais célebres figuram o de Columbine, Colorado (1999), e o de Virginia Tech (2007).




  • O fenômeno não é exclusivamente americano, contudo. Alemanha, Canadá, China, Escócia e Finlândia, entre outros, já presenciaram tragédias como essas -para falar apenas de massacres ocorridos em locais de ensino.




  • As notícias correm o mundo. Em todos os países se acham jovens perturbados, que num dado momento -sempre imprevisível, por mais que se esmiúcem os eventos- abrem a bala o caminho para uma triste fama.




  • A busca por algum sentido no massacre de Realengo se repetirá, de novo sem muita chance de sucesso. Por solidariedade, sensação de impotência ou mero oportunismo, políticos e especialistas estarão entregues ao exercício de propor soluções atabalhoadas, como o endurecimento das leis ou a instalação de um regime policial nas escolas públicas.




  • Mesmo que se posicionassem policiais em cada colégio, não haveria garantia de que tais episódios seriam evitados. Escolas são locais públicos; no Brasil, onde os estabelecimentos da rede oficial são notoriamente problemáticos, seria até desejável que mais pais de alunos e ex-alunos -a comunidade, enfim- os frequentassem.




  • Transformar escolas em fortalezas não impede nem a violência urbana, cotidiana e convencional. O que dizer, então, de explosões irracionais como a do colégio Tasso da Silveira? A hora é de luto e compaixão, mais que rompantes.




  • Ao poder público compete empreender investigação minuciosa da matança, para iluminar o que for possível sobre Realengo. Por exemplo: como foram obtidas as armas usadas pelo atirador?




  • Não será surpresa constatar que, apesar de tantas campanhas de desarmamento, a facilidade de acesso às ferramentas da morte continua uma das falhas mais gritantes do trabalho policial no país.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

A REDAÇÃO NO ENEM

Oi, moçada! Às vésperas do Enem, nada melhor do que analisar um tema de redação.

Segue abaixo uma excelente dissertação de uma aluna, a Laila, sobre o tema da prova de 2006:


O PODER DE TRANSFORMAÇÃO DA LEITURA.

Observem como o texto já desperta a atenção logo pelo inusitado do título ("A construção pela absorção") e prossegue com uma interessante contextualização histórica muito pertinente ao tema abordado. Nos parágrafos seguintes, que primam pelo correção gramatical e pela adequada seleção vocabular, a Laila vai construindo sua argumentação fugindo ao senso comum que tanto costuma acometer os candidatos em temas como esse, geralmente considerados banais demais para que deles se possa falar algo de realmente interessante.

Leiam o texto dessa dedicada vestibulanda e vejam como a criatividade pode fazer uma grande diferença:


  • A construção pela absorção

  • A ciência denominada História apresenta uma subdivisão: a Pré-História e a História propriamente dita, sendo o marco delineador entre elas o surgimento da escrita. Uma das mais importantes reformas político-sociais deu-se na antiga Grécia, quando Drácon transformou as leis, até então orais, em leis escritas. A partir da escrita o homem pode detalhar sua jornada através dos anos e organizar as sociedades de maneiras mais eficientes. Por tudo isso, tal invenção é de um valor imensurável para a humanidade.

  • Seja por obrigação, seja por prazer, estamos invariável e constantemente lendo o mundo ao nosso redor e nossas conclusões e interpretações são reflexos do estágio de compreensão em que nos encontramos e do repertório de conhecimento e experiências que possuímos.


  • Uma boa leitura é capaz de formar opiniões e converter os crentes, mas, acima, de tudo, é um “poço” do qual extraímos o conhecimento que julgamos necessário para nossas vidas, conhecimento esse que possibilita um bom emprego e determina quem serão nossos amigos, pois aquele que pouco sabe, pouco discute e pouco se apresenta de maneira convidativa, apesar de ser uma boa pessoa. A partir da palavra escrita é possível transmitir informações sobre os mais diversos assuntos e os lugares mais remotos, de maneira a garantir sua repercussão às gerações futuras.

  • Aquele que se torna um bom leitor alcança um maior vocabulário e inúmeras maneiras de se expressar, tornando-se um indivíduo capaz de lidar com os outros a seu redor. Assim, ler bem implica tornar-se um pacificador, um líder, um ser apto a compreender o que se passa ao redor e a entender as relações, naturais ou artificiais, que regem o mundo.

  • O saber e o prazer de aprender estão à disposição de todos através de um livro, um jornal ou uma revista, porém, é preciso uma boa carga de consciência moral quando se decide por em prática as artimanhas aprendidas através dos textos, afinal, ler, apesar de possibilitar, não garante um bom caráter a todos: o que lemos é a representação da relação entre homem, palavra e mundo, a qual nem sempre é harmoniosa.


(Laila Zeraik, vestibulanda)


terça-feira, 19 de outubro de 2010

CARTA ABERTA

Aproveitando o calor do momento político, posto hoje a CARTA ABERTA na qual a candidata Dilma Rousseff reabateu as acusações que vem sofrendo desde final do 1o. turno das eleições presidenciais. Como vocês devem saber, tem ocorrido uma incômoda mistura entre política e religião no embate entre Dilma e Serra. Não é de se estranhar, portanto, que ambos tenham se aproximado tanto de católicos e evangêlicos nas últimas semanas, entoando repetidas vezes o nome de Deus em seus discursos.

Como gênero textual, a CARTA ABERTA se caracteriza por ser um texto argumentativo que:

  • objetiva expor em público opiniões ou reivindicações;
  • pode ter um destinatário amplo (por exemplo: a população) ou;
  • pode ter um destinatário específico (por exemplo: um adversário político que acusa seu rival);
  • é veiculada, comumente, em jornais de grande circulação.

Leia como exemplo a CARTA ABERTA de Dilma, publicada pelo jornal Folha de São Paulo:

  • Dirijo-me mais uma vez a vocês, com o carinho e o respeito que merecem os que sonham com um Brasil cada vez mais perto da premissa do Evangelho de desejar ao próximo o que queremos para nós mesmos. É com esta convicção que resolvi pôr um fim definitivo à campanha de calúnias e boatos espalhados por meus adversários eleitorais.Para não permitir que prevaleça a mentira como arma em busca de votos, em nome da verdade quero reafirmar:
  • 1 - Defendo a convivência entre as diferentes religiões e a liberdade religiosa assegurada pela Constituição Federal;
  • 2 - Sou pessoalmente contra o aborto e defendo a manutenção da legislação atual sobre o assunto;
  • 3 - Eleita presidente da República, não tomarei a iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto e de outros temas concernentes à família e à livre expressão de qualquer religião no País.
  • 4 - O PNDH 3 é uma ampla carta de intenções, que incorporou itens do programa anterior. Está sendo revisto e, se eleita, não pretendo promover nenhuma iniciativa que afronte a família;
  • 5 - Com relação ao PLC 122, caso aprovado no Senado, onde tramita atualmente, será sancionado em meu futuro governo nos artigos que não violem a liberdade de crença, culto e expressão e demais garantias constitucionais individuais existentes no Brasil;
  • 6 - Se Deus quiser e o povo brasileiro me der a oportunidade de presidir o País, pretendo editar leis e desenvolver programas que tenham a família como foco principal, a exemplo do Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida e tantos outros que resgatam a cidadania e a dignidade humana.Com estes esclarecimentos, espero contar com vocês para deter a sórdida campanha de calúnias contra mim orquestrada. Não podemos permitir que a mentira se converta em fonte de benefícios eleitorais para aqueles que não têm escrúpulos de manipular a fé e a religião tão respeitada por todos nós. Minha campanha é pela vida, pela paz, pela justiça social, pelo respeito, pela prosperidade e pela convivência entre todas as pessoas.

sábado, 16 de outubro de 2010

MANIFESTO III

Oi, moçada!
Consegui um exemplo mais atual do gênero manifesto. É o Manifesto em Defesa da Democracia, que tem signatários ilustres como o jurista Helio Bicudo, um dos fundadores do PT. Desiludido com a trajetória percorrida pelo Partido dos Trabalhadores, Bicudo recentemete manifestou seu apoio a José Serra, pois acredita que a alternância do poder é necessária à democracia.
Se alguém TIVER mais do que um interesse didático pelo texto, poderá engrossar sua lista de assinaturas pelo site http://www.defesadademocracia.com.br/ .


EM DEFESA DA DEMOCRACIA

  • “Em uma democracia, nenhum dos Poderes é soberano.
  • Soberana é a Constituição, pois é ela quem dá corpo e alma à soberania do povo.
    Acima dos políticos estão as instituições, pilares do regime democrático. Hoje, no Brasil, os inconformados com a democracia representativa se organizam no governo para solapar o regime democrático.

  • É intolerável assistir ao uso de órgãos do Estado como extensão de um partido político, máquina de violação de sigilos e de agressão a direitos individuais.

  • É inaceitável que a militância partidária tenha convertido os órgãos da administração direta, empresas estatais e fundos de pensão em centros de produção de dossiês contra adversários políticos.

  • É lamentável que o Presidente esconda no governo que vemos o governo que não vemos, no qual as relações de compadrio e da fisiologia, quando não escandalosamente familiares, arbitram os altos interesses do país, negando-se a qualquer controle.

  • É inconcebível que uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita, que, na certeza da impunidade, já não se preocupa mais nem mesmo em fingir honestidade.

  • É constrangedor que o Presidente da República não entenda que o seu cargo deve ser exercido em sua plenitude nas vinte e quatro horas do dia. Não há ”depois do expediente” para um Chefe de Estado. É constrangedor também que ele não tenha a compostura de separar o homem de Estado do homem de partido, pondo-se a aviltar os seus adversários políticos com linguagem inaceitável, incompatível com o decoro do cargo, numa manifestação escancarada de abuso de poder político e de uso da máquina oficial em favor de uma candidatura. Ele não vê no ”outro” um adversário que deve ser vencido segundo regras da Democracia , mas um inimigo que tem de ser eliminado.

  • É aviltante que o governo estimule e financie a ação de grupos que pedem abertamente restrições à liberdade de imprensa, propondo mecanismos autoritários de submissão de jornalistas e empresas de comunicação às determinações de um partido político e de seus interesses.

  • É repugnante que essa mesma máquina oficial de publicidade tenha sido mobilizada para reescrever a História, procurando desmerecer o trabalho de brasileiros e brasileiras que construíram as bases da estabilidade econômica e política, com o fim da inflação, a democratização do crédito, a expansão da telefonia e outras transformações que tantos benefícios trouxeram ao nosso povo.

  • É um insulto à República que o Poder Legislativo seja tratado como mera extensão do Executivo, explicitando o intento de encabrestar o Senado. É um escárnio que o mesmo Presidente lamente publicamente o fato de ter de se submeter às decisões do Poder Judiciário.

  • Cumpre-nos, pois, combater essa visão regressiva do processo político, que supõe que o poder conquistado nas urnas ou a popularidade de um líder lhe conferem licença para rasgar a Constituição e as leis. Propomos uma firme mobilização em favor de sua preservação, repudiando a ação daqueles que hoje usam de subterfúgios para solapá-las.
  • É preciso brecar essa marcha para o autoritarismo.

  • Brasileiros erguem sua voz em defesa da Constituição, das instituições e da legalidade.
    Não precisamos de soberanos com pretensões paternas, mas de democratas convictos”.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

MANIFESTO II


DINAMISMO DE UM CICLISTA, U. Boccioni


Meninos do EMA Araras, desculpem o atraso. Aí segue um exemplo de manifesto que vocês me pediram.
Mas, antes, é bom lembrar que esse gênero textual:



  • é visto como um exercício da cidadania;

  • constitui a expressão do pensamento de um indivíduo ou de uma coletividade sobre determinado assunto de natureza social, artística, política etc;

  • é argumentativo.

Vejam agora um trecho do Manifesto Futurista escrito por Filippo Tommaso Marinetti e publicado no jornal francês "Le Figaro", em Fevereiro de 1909.




  • Manifesto Futurista


"Então, com o vulto coberto pela boa lama das fábricas - empaste de escórias metálicas, de suores inúteis, de fuligens celestes -, contundidos e enfaixados os braços, mas impávidos, ditamos nossas primeiras vontades a todos os homens vivos da terra:




  • 1. Queremos cantar o amor do perigo, o hábito da energia e da temeridade.

  • 2. A coragem, a audácia e a rebelião serão elementos essenciais da nossa poesia.

  • 3. Até hoje a literatura tem exaltado a imobilidade pensativa, o êxtase e o sono. Queremos exaltar o movimento agressivo, a insónia febril, a velocidade, o salto mortal, a bofetada e o murro.

  • 4. Afirmamos que a magnificência do mundo se enriqueceu de uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um carro de corrida adornado de grossos tubos semelhantes a serpentes de hálito explosivo... um automóvel rugidor, que parece correr sobre a metralha, é mais belo que a Vitória de Samotrácia.

  • 5. Queremos celebrar o homem que segura o volante, cuja haste ideal atravessa a Terra, lançada a toda velocidade no circuito de sua própria órbita.

  • 6. O poeta deve prodigalizar-se com ardor, fausto e munificência, a fim de aumentar o entusiástico fervor dos elementos primordiais.

  • 7. Já não há beleza senão na luta. Nenhuma obra que não tenha um carácter agressivo pode ser uma obra-prima. A poesia deve ser concebida como um violento assalto contra as forças ignotas para obrigá-las a prostrar-se ante o homem.

  • 8. Estamos no promontório extremo dos séculos!... Por que haveremos de olhar para trás, se queremos arrombar as misteriosas portas do Impossível? O Tempo e o Espaço morreram ontem. Vivemos já o absoluto, pois criamos a eterna velocidade omnipresente.

  • 9. Queremos glorificar a guerra - única higiene do mundo -, o militarismo, o patriotismo, o gesto destruidor dos anarquistas, as belas ideias pelas quais se morre e o desprezo da mulher.

  • 10. Queremos destruir os museus, as bibliotecas, as academias de todo o tipo, e combater o moralismo, o feminismo e toda vileza oportunista e utilitária.

  • 11. Cantaremos as grandes multidões agitadas pelo trabalho, pelo prazer ou pela sublevação; cantaremos a maré multicor e polifônica das revoluções nas capitais modernas; cantaremos o vibrante fervor nocturno dos arsenais e dos estaleiros incendiados por violentas luas eléctricas: as estações insaciáveis, devoradoras de serpentes fumegantes: as fábricas suspensas das nuvens pelos contorcidos fios de suas fumaças; as pontes semelhantes a ginastas gigantes que transpõem as fumaças, cintilantes ao sol com um fulgor de facas; os navios a vapor aventurosos que farejam o horizonte, as locomotivas de amplo peito que se empertigam sobre os trilhos como enormes cavalos de aço refreados por tubos e o voo deslizante dos aviões, cujas hélices se agitam ao vento como bandeiras e parecem aplaudir como uma multidão entusiasta.

PS: a turma do PT anunciou para breve a publicação de um manifesto em apoio à candidata Dilma Rousseff. Vamos aguardar...

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

MANIFESTO

  • Atendendo à solicitação de alguns alunos, posto hoje algumas informações sobre outro gênero textual: o MANIFESTO:

  • Na literatura, define-se Manifesto como um texto de natureza dissertativa e persuasiva, uma declaração pública de princípios e intenções, que objetiva alertar um problema ou fazer a denúncia pública de um problema que está ocorrendo, normalmente de cunho político.
  • O manifesto destina-se a declarar um ponto de vista, denunciar um problema ou conclamar uma comunidade para uma determinada ação.
  • Estrutura relativamente livre, mas com alguns elementos indispensáveis: título, identificação e análise do problema, argumentos que fundamentam o ponto de vista do(s) autor(es) do manifesto, local, data, assinaturas dos autores e simpatizantes da causa.
  • Embora a estrutura de um manifesto seja bastante livre, existem algumas características muito frequentes que o identificam:
    Estrutura de dissertação;
    Tom de conclamação, convocação;
    Presença de vocativos;
  • A linguagem pode variar, dependendo de alguns fatores: a quem o manifesto é dirigido? onde será divulgado? em jornal, rádio, televisão? Costuma-se preferir a linguagem formal, com verbos no presente do indicativo ou no imperativo;
  • Corpo do texto: o problema é identificado e analisado, apresentando-se argumentos que validem o que se diz. Como o texto é de caráter argumentativo (pretende convencer o leitor de algo), deve-se recorrer a argumentos sólidos;
  • Local, data e assinaturas: tanto assinaturas das pessoas que participam na elaboração do texto como das que apóiam o que está sendo afirmado;
  • Título: indica o conteúdo do manifesto;
  • É diferente do abaixo assinado, pois não é uma reivindicação, mas uma declaração de intenções.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

FESTA EM ARARAS


Hoje abro o espaço do Barril para um convite da simpática e animada galera do 2o. Colegial do Anglo Araras.

É a Festa Black or White na Touch Araras, dia 01 de outubro.

Os ingressos estão à venda com os próprios alunos pelos telefones:


(19) 35474971

9237 4736

8106 3529